Pronto, Falei!: Saullo Vianna se destaca entre os bois Caprichoso e Garantido

Saullo Vianna ao lado de Dodó Carvalho em solenidade de Entrega de Titulo de cidadania Parintinense ao senador Omar Aziz (Foto: Katiúscia Ferreira)

Saullo Vianna – Nem Márcia Baranda, nem Babá Tupinambá, nem Rossy Amoedo. Dentre os nomes conhecidos no meio dos bumbás Caprichoso e Garantido, Saullo Vianna tem se destacado. Com trânsito livre nas duas agremiações ele tem sido figura constantemente presente em vários eventos na Ilha Tupinambarana. Amigo dos dirigentes do azul e vermelho, Vianna tem sido o porta voz do setor cultural não apenas dos bois, mas dos demais movimentos que existem em Parintins.

Márcia, Babá e Rossy – Márcia Baranda (PMDB) ex-presidente do Caprichoso ainda não definiu se será candidata ela comanda programa de rádio que faz oposição ao prefeito Bi Garcia (PSDB). Babá Tupinambá, presidente do Caprichoso, afirmou ao seu partido, o PDT, que não será candidato e pretende terminar o mandato a frente do azul e branco. Rossy Amoedo (PSDB) tenta engrenar seu nome com programa na Rádio Clube e na TV, ainda não se tem resposta se a tentativa está dando certo ou não.

Veículos liberados – Após a operação realizada na última sexta-feira, 9, em Parintins, coordenada pelo delegado adjunto da Polícia Civil, Antônio Chicre Neto, no combate ao tráfico e ao crime organizado. A ação foi desenvolvida por meio de blits e vários veículos foram apreendidos. De acordo com o presidente da Empresa Municipal de Transito e Transporte (EMTT) Álvaro Bentes Cerdeira a liberação dos veículos está prevista para esta segunda-feira. “A operação já aconteceu em municípios em como Itacoatiara e Manacapuru. A ação estava em busca de veículos roubados e alienados”, concluiu.

Chuva é fêmea – As chuvas que caem sobre a Ilha do Folclore são frequentemente criminalizadas e responsabilizadas pela situação caótica em que se encontram as ruas de Parintins. Incrível como as fêmeas, independente da espécie, continuam levando a culpa pela lerdeza, incompetências e despreparo administrativo da macharada. Foi assim com Eva, e a história se reproduz.

Sem incentivo a produção literária – Além de outros vazios gritantes, a terra do boi de pano, comercializada como Capital da Cultura, mostra completa ausência de políticas públicas de incentivo a produção literária. Os gestores fecham os olhos e ouvidos quando as expressividades culturais conflitam com omissões do estado democrático de direito. E não dá para aceitar argumentos da falta de recursos financeiros, haja a vista a gastança com tantas outras iniciativas ditas “culturais”.

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