O clã Sateré Mawé foi o enredo do Unidos do Itaúna

Foto: Naldo Silva

Cayo Dias | 24 Horas

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A comissão de frente composta por 13 componentes, encenou a dança e o tradicional ritual da tribo Sateré

Remontando a história da tribo Sateré Mawé, o bloco Unidos do Itaúna contou a origem desse grande povo indígena no Carnailha 2018.

O carnavalesco Neto Machado explicou que a tribo dos índios Sateré Mawé tem uma história gigantesca, dentre elas sua descendência das tribos denominadas pelo nome de Andirá e Maraguá. “Hoje são cerca de 12.500 índios que ocupam um território demarcado e homologado, localizado em municípios como Maués e Barreirinha, estado do Amazonas. Esse povo guerreiro merece esta homenagem”, explicou o carnavalesco.

Foto: Naldo Silva

A comissão de frente composta por 13 componentes, encenou a dança e o tradicional ritual da tribo Sateré, o ritual da Tucandeira, com um show de sincronismo juntamente do pajé do boi Caprichoso, Netto Simões. Outro destaque do desfile do bloco do bairro de Itaúna, foi a ala sincronizada de tururis que contou com a participação do presidente do grupo FIEAM (SESI/SENAI/SENAC/SESC), Antônio Silva, que veio a Parintins e brincou no meio dos foliões, além do carro alegórico que trazia o líder Sateré, o deus do Sol Tupana e a deusa da luz Watan.

Atrás do carro e finalizando o desfile, o bloco trouxe em sua ala tururi os moradores dos bairros Itaúna I, Itaúna II, Paulo Corrêa e bairro da União.

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